Antídoto contra tristeza, irritação e estresse: meditação

Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Eintein, em São Paulo, traz dados e resultados importantes de práticas regulares de atividades de relaxamento, respiração, atenção e psicologia positiva, na qual mostram a redução positiva do índice de estresses, tristeza, preocupação, medo e irritação em apenas oito semanas. O post extraído do site veja.abril.com.br, mostra o estudo feito com 70 mulheres que ocupam cargos de liderança na empresa Natura, esses encontros presenciais ocorriam semanalmente com duração de 01:30, além da orientação da prática feita em casa, pelo menos 4 vezes na semana com duração de 15 minutos, guiada por um áudio. Confira esta matéria no link abaixo e adote você também uma forma de bem-estar para sua vida.

https://veja.abril.com.br/saude/antidoto-contra-tristeza-irritacao-e-estresse-meditacao/

Educação e Fibromialgia

A educação em saúde é um processo dinâmico, no qual se pretende que as pessoas considerem a saúde como um valor, incentivando a utilização de serviços de saúde, bem como estimulando as pessoas a conseguirem saúde através de seus próprios esforços e ações (Dily, 1995; Silva, 1994). A educação em saúde é qualquer atividade relacionada com o aprendizado e é desenvolvida, geralmente, através do
aconselhamento interpessoal, em locais como consultórios, escolas, entre outros, assim como através da comunicação (Buss, 1999; Buss, 1998). Os profissionais que atuam nos serviços de saúde pública e privada devem estar capacitados a atuar em programas de promoção da saúde, onde a educação é um ponto chave (Candeias, 1997; Lobo, 1995).
Segundo Marques (2006), diversos autores salientam a importância dos processos educativos na fibromialgia. A autora diz que o processo educativo deve constituir-se de orientações para uma adequação dos exercícios físicos – que devem ser incorporados aos hábitos diários -, programas de auto manejo da doença, de encorajamento e conhecimento da síndrome.

Quanto ao programa de exercícios para fibromialgia, Rosen (1994) ressalta a importância de se estabelecer um programa de atividades para o paciente realizar em casa, como suplemento do tratamento. Dessa forma, incentiva-se o estilo de vida mais participativo e funcional, contribuindo para restabelecer a flexibilidade física e emocional do paciente.

Já quanto aos programas de auto manejo da fibromialgia, Sandstrom e Keefe (1998) enfatizam as estratégias de “coping”, utilizando-se de técnicas de relaxamento e resolução de problemas, além do já frisado ensinamento de como desenvolver as atividades físicas com autonomia.

Pridmore e Rosa (2001) também enfatizam a grande importância de combinar, nos programas educativos de fibromialgia, o ensinamento de técnicas de relaxamento, meditação, alongamento, reestruturação cognitiva, exercícios aeróbicos e educação do paciente e da família.

Apesar de uma vasta literatura apontar os benefícios da educação na fibromialgia, os estudos geralmente apresentam técnicas e metodologias muito distintas. É possível encontrar programas de educação para fibromialgia que variam de 4 semanas a um ano (Burckhardt e Bjelle, 1994). Além disso, a periodicidade dos encontros também varia muito – sendo comum frequências de uma vez por semana, mas também não raro duas ou até três vezes/semana.

A educação para fibromialgia muitas vezes é associada com intervenções como: exercícios físicos ou terapia cognitiva. Porém, essa associação apresenta resultados duvidosos quanto à superioridade em relação à somente educação (Sharla e cols., 2002; Burckhardt e cols 1994).

Rooks e equipe (2007) relatam, por exemplo, que os estudos que comparam exercício físico com educação ou a combinação entre eles, são poucos e incluem uma ampla variedade de intervenções, com resultados inconsistentes. Sendo assim, considera-se importante um esforço na tentativa de padronizar estratégias educacionais para Fibromialgia, principalmente no que tange a realidade brasileira, em que trabalhar com poucos recursos e com o paciente à frente da própria melhora pode ser fundamental.

Deixo aqui uma frase que gosto de mencionar, que diz: “conhecimento também é tratamento”.

Texto por: Felipe Moretti, que atua com pesquisas e atendimento à pacientes com fibromialgia há mais de 10 anos.

Mitos e verdade sobre o yoga

Muito se fala sobre a prática de Yoga, algumas informações são verídicas outras não passam de meros mitos. Abaixo trouxemos um material extraído do site Vir a Ser, que explica quais a verdades e quais os mitos envolvendo o Yoga. Este artigo também ressalta os benefícios que o Yoga gera para os indivíduos que adotam essa prática eficiente em equilibrar a mente e o corpo!

http://www.viraser.net.br/artigos/mitos-e-verdade-sobre-o-yoga/

Confira os benefícios da acupuntura para saúde

A acupuntura é uma técnica milenar chinesa que tem ajudado muitas pessoas que sofrem de problemas como dores, insônia, stress, ansiedade, depressão, problemas imunológicos e hormonais, traumas em geral, problemas reumáticos entre outras problemáticas que o indivíduo enfrenta e não consegue alívio com procedimentos convencionais. Nesta matéria, retirada do site UOL (Página de Saúde), pesquisadores destacam os benefícios que a Acupuntura traz para a saúde das pessoas. Confira abaixo no link está reportagem!

http://noticias.ne10.uol.com.br/saude/noticia/2017/03/23/confira-os-beneficios-da-acupuntura-para-saude-669948.php

A Massoterapia e sua importância no tratamento de depressão

Massagem

A massagem sempre foi um dos meios mais naturais e instintivos de aliviar a dor e o desconforto. É comum verificar que quando uma pessoa tem músculos doloridos, dores abdominais, uma contusão ou um ferimento, o impulso instintivo é tocar e/ou esfregar essa parte do corpo para obter alívio.

O toque como método de cura parece ter inúmeras origens culturais e é provável que a massagem tenha começado quando habitantes das cavernas esfregavam suas contusões (FRITZ, 2001 p. 12).

A massagem terapêutica tem fortes raízes na medicina popular chinesa, mas também possui muitos aspectos em comum com outras tradições de cura, como a medicina indiana e a medicina persa. Acredita-se que a arte da massagem tenha sido mencionada pela primeira vez por escrito em cerca de 2760 a.C., no grande tratado de medicina chinesa conhecido como Nei Chang e desde cerca de 500 a.C. vem sendo pesquisada e descrita extensamente em livros.

A literatura médica egípcia, persa e japonesa está cheia de referências à massagem. O médico grego Hipócrates (460 a.C) advogava a massagem e os exercícios de ginástica constantemente em suas terapêuticas. Asclepíades, outro eminente médico grego, confiava exclusivamente na massagem em suas práticas (WOOD, 1984, p. 3).

Ao longo da história, a massagem foi usada como ferramenta terapêutica e seu valor foi reconhecido por múltiplas e variáveis culturas. A fundamentação fisiológica em suporte ao uso da massagem tem progredido, indo de puramente empírica até algo mais científico (CDOF, 2006).

Os métodos de massagem terapêutica são simples e eficientes para produzir respostas mediadas por meio do sistema nervoso, da interação com o sistema endócrino, do tecido conectivo e dos sistemas circulatórios. Técnicas de massagem terapêutica são capazes de substituir a farmacêuticas em casos de manifestações brandas de sintomas em determinadas disfunções. Como suplemento de ajuda à terapia medicamentosa pode reduzir as dosagens e a duração do uso de fármacos, diminuindo assim o risco de efeitos colaterais. O uso da massagem para a ansiedade, a depressão e a dor crônica pode ser benéfica em conjunção com um protocolo de tratamento multidisciplinar (FRITZ, 2001, p. 174).

As técnicas manuais de massagem são fisiologicamente específicas e bem definidas pelo modo de aplicação (esfregar, tracionar, pressionar); pela velocidade e a profundidade da pressão (sustentada ou lenta, rítmica, intervalada ou rápida); pela intensidade do toque (toque leve, toque profundo e uma combinação dos dois); e pela parte do corpo do terapeuta usada para aplicar as técnicas (dedos, mão, antebraço ou joelho).

As técnicas de massagem terapêutica e outros tipos e estilos de trabalhos corporais são meras variações da aplicação fundamental de manipulações, que proporcionam estimulação sensorial externa e efeitos internos. Os benefícios das técnicas são simplesmente o resultado de efeitos fisiológicos básicos desencadeados pelo estímulo tátil (FRITZ, 2001, p. 151).

Portanto, tentaremos elucidar no tópico a seguir aspectos fisiológicos básicos da massagem que podem ser útil na psicobiologia da depressão.

Efeitos Fisiológicos da massagem na depressão

É importante lembrar que quando os pacientes são tocados, a sua psique também é tocada; é literalmente impossível separar a psique do corpo. É comum que o tratamento físico seja capaz de alterar o estado psicológico do paciente, em forma de alterações de humor, de uma nova percepção da imagem corporal e em mudanças de comportamento.

Perls, fundador da psicologia da Gestalt, salientou que estimular as sensações (como por meio da massagem) e aumentar a conscientização corporal contribuem para “alimentar” a psique, promovendo uma melhor integração  entre o corpo e a mente. Darbonne, terapeuta gestaltista e rolfista, recomenda o uso da técnica de massagem para aumentar a consciência do corpo em prol do crescimento pessoal (LEDERMAN, 2001, p. 177).

Os conceitos fundamentais que explicam os efeitos da massagem terapêutica baseiam-se no princípio de que a massagem age diretamente nos tecidos moles ou fluídos corporais estimulando o sistema nervoso, o sistema endócrino, as substâncias químicas do corpo, além de sua ação como efeito placebo.

Nesta atuação da massagem sobre o Sistema Nervoso, sobre as substâncias químicas do corpo, sistema endócrino e efeito placebo, as principais informações foram encontradas no livro de Fritz (FRITZ, 2001, p. 151 a 157) intitulado: “Fundamentos da massagem terapêutica” e serão abordados conforme o autor propõe em seu livro, falando sobre a atuação da massagem em cada um dos sistemas e colocando, a seguir – após cada item – afirmações oriundas do autor sobre evidências e pesquisas que demonstraram a eficácia da massagem, por exemplo, na modificação de níveis de alguns neurotransmissores ou substâncias neuroendócrinas.

Os efeitos da massagem sobre o Sistema Nervoso

Os efeitos da massagem ocorrem através do inter-relacionamento do Sistema Nervoso Central (SNC) e periférico (e seus padrões de reflexo e múltiplos caminhos), além do sistema nervoso autônomo (SNA) e do controle neuroendócrino.

O sistema nervoso responde aos métodos de massagem terapêutica por meio da estimulação dos receptores sensoriais pelo toque. A estimulação sensorial da massagem interrompe um padrão existente nos centros de controle do SNC, resultando numa mudança de impulsos motores. Essa mudança nos impulsos motores acarretaria uma alteração da homeostase e regularia os padrões vitais e a liberação de neurotransmissores.

Pesquisas atuais apontam que a maioria dos problemas no comportamento, humor e percepção de estresse e dor, bem como outras desordens chamadas de mentais/emocionais, são causadas pela desregulação ou falta das substâncias bioquímicas. A massagem regularia esses níveis bioquímicos, melhorando os sinais de ansiedade, atenção e diminuindo os traços depressivos.

A influência da massagem nas Substâncias Neuroendócrinas

Algumas das principais substâncias químicas reuroendócrinas influenciadas pela massagem são as seguintes:

Dopamina: Influencia a atividade motora e do humor.

Serotonina: Regula o humor e reduz a irritabilidade. Também modula o ciclo de sono/vigília. Um baixo nível de serotonina tem implicação na depressão, distúrbios alimentares, problemas de dor e desordens obsessivo-compulsivas.

Epinefrina/Adrenalina e Norepinefrina/Noradrenalina: A epinefrina ativa mecanismos de excitação no corpo, ao passo que a norepinefrina funciona mais no cérebro. Elas são as substâncias químicas da ativação, da excitação, do alerta e do alarme; na resposta de luta e fuga e em todos os comportamentos e funções de excitação simpática. Se os níveis dessas substâncias químicas estão elevados, ocorre uma hiperatividade e uma hipervigilância – a pessoa pode ter um padrão de sono perturbado, em particular uma falta de sono. Com baixo nível dessas substâncias o indivíduo fica indisposto, sonolento, fatigado e subestimado.

Encefalinas/endorfinas: São substâncias que levantam o ânimo e que dão suporte à saciedade e modulam a dor. A massagem aumenta os níveis disponíveis destas substâncias. A duração do efeito da massagem, em função do esgotamento das encefalinas é de aproximadamente 48 horas.

Ocitocina: Ligada a sentimentos de atração, junto com suas funções mais clínicas durante a gravidez e lactação.

Cortisol: Um dos hormônios liberados pelas glândulas supra-renais durante períodos de estresse prolongado. Níveis elevados desse hormônio indicam aumento de estimulação simpática.

Há evidências suficientes, também, que correlacionam o estresse à depressão – o que justificaria o fato da aplicação de massagem em pacientes estressados e/ou deprimidos.

Hormônio do crescimento: Promove a divisão celular e em adultos tem sido implicado nas funções de regeneração e reparação de tecidos. A massagem dinamiza, de forma indireta, a disponibilidade do hormônio do crescimento, encorajando o sono e reduzindo o nível de cortisol.

Pesquisas tem demonstrado que a massagem terapêutica aumenta os níveis de dopamina, serotonina, encefalinas, endorfinas e a ocitocina, além de reduzir os níveis sanguíneos e salivares de cortisol. Esta informação é de grande relevância, visto que são hormônios altamente relacionados com os pacientes deprimidos.

Influências autônomas

O SNA é mais conhecido por sua regulação da resposta simpática de “luta/fuga/medo” e da resposta parassimpática de “relaxamento e restauração”. Os dois sistemas trabalham juntos para manter a homeostase do corpo.

A excessiva ativação simpática esta relacionada à maioria das doenças provenientes do estresse. O SNA é regulado por vários centros no cérebro, em particular o córtex cerebral, o hipotálamo e a medula oblonga. O hipotálamo desempenha um papel importante na conexão corpo/mente e é um dos principais componentes do sistema límbico.

O sistema límbico é um grupo de estruturas do cérebro, ativadas por excitação e comportamento emocional, que influenciam os sistemas endócrino e autônomo. As respostas límbicas são refletidas numa alteração geral do humor e em sentimentos de bem-estar e angústia.

 

 

A massagem mostrou-se efetiva na regulação dos circuitos neurais límbicos às respostas emocionais.

 

 

 

Leia mais sobre a importância da massagem para depressão no link abaixo extraído do site JundiAgora:

http://www.jundiagora.com.br/massoterapia-depressao/

O peso está na cabeça? Hipnose pode facilitar o emagrecimento

Não é de hoje que alguns pesquisadores e profissionais comprovaram que a hipnose tem surtido um efeito benéfico para algumas pessoas. No material separado desta semana, terapeutas trazem uma transformação positiva alcançada através de sessões de hipnoterapia, para indivíduos com problemas em manter e controlar seu peso. Além de relatar o sucesso obtido com algumas pessoas através deste método, o material traz consigo uma explicação sobre a abordagem e como funciona uma sessão de hipnose.

Qualquer dúvida temos aqui no espaço Humanits um profissional que poderá esclarecer melhor caso necessitem de mais informações, seu nome é Rossi Junior e trabalha com a hipnoterapia há mais de 20 anos. Fiquem a vontade para nos contactar!

https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/05/01/o-peso-esta-na-cabeca-hipnose-pode-facilitar-o-emagrecimento.htm

 

Estresse: quando a faculdade vira “máquina de moer gente”

Pesquisadores tem comprovado o quanto é desgastante a rotina de um individuo que trabalha e estuda, o pior é perceber que algumas Universidades não estão preocupadas ou pouco se importam com a saúde psicológica de seus alunos. Cobranças atrás de cobranças, avaliações desnecessárias e mal elaboradas, falhas no atendimento e na organização administrativa dessas instituições, entre outras situações desagradáveis tem agravado e aumentado mais o nível de estresses dos alunos. Trouxemos aqui uma matéria publicada no jornal da USP elaborada por um dos integrantes da equipe da Humanits, Felipe Moretti que atua no espaço com atividades de Fisioterapia, Acupuntura, Relaxamento e Orientação às pessoas com Fibromialgia. Sua pesquisa foi desenvolvida para seu trabalho de conclusão de curso (TCC) e relata uma experiência própria vivenciada e percebida no decorrer de sua trajetória acadêmica, embasada também em relatos feitos por outros estudantes. É uma questão ainda atual que deve ser refletida pelas pessoas.

http://jornal.usp.br/ciencias/estresse-quando-a-faculdade-vira-maquina-de-moer-gente/

Exercício para manter o cérebro em forma

Isso mesmo! Abaixo separamos um link com uma matéria da revista Saúde que ressalta a importância das atividades físicas para manter em forma o corpo e a cognição do indivíduo, ajudando a prevenir doenças degenerativas, como o Alzheimer por exemplo. Através destes exercícios a pessoa ativa as conexões cerebrais, diminuindo as agressões sofridas pela doença.

Confira esse material, vale a pena! http://saude.abril.com.br/fitness/exercicio-para-manter-o-cerebro-em-forma/

Trabalhos de relaxamento e meditação

Com frequência organizamos oficinas de relaxamento e meditação, que ocorrem externamente na maioria das vezes. Já demos oficinas em empresas de pequeno a grande porte, em unidades do SESC e em instituições de ensino.

De vez em quando são organizadas também vivências de relaxamento abertas ao público. Já fizemos inclusive atividades gratuitas junto com a prefeitura de São Paulo e com o SUS. Além disso, profissionais de espaço promovem regularmente atividades de relaxamento com pacientes de Fibromialgia e já foram organizados eventos nacionais e internacionais para pacientes crônicos com grande destaque para os temas da meditação e do relaxamento.

Além disso, dentro do plano terapêutico dos pacientes atendidos no espaço, com frequência passamos orientações sobre como meditar, trabalhamos com orientação de técnicas de relaxamento – que são apresentadas para os pacientes, para que eles posam incorporar os métodos em casa, com autonomia e supervisão. Para isso, a evolução clínica costuma ser monitorada junto com outros tratamentos.

Profissionais do espaço também já fizeram trabalhos de pesquisa científica sobre o tema. Como mostra o breve relato publicado na revista Língua de Trapo, que fala sobre o alto nível de estresse em acadêmicos e cujo trabalho surgiu a partir de oficinas de relaxamento desenvolvidas. Veja aqui a reportagem.